terça-feira, 14 de abril de 2009

SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS


Alguém a espreita,
na rua estreita.
Na escuridão um grito,
sangue no paralelepípedo.
Bastou uma espiadela,
e um pé de cabra na janela.
Mais um lesado,
lágrimas na rua ao lado.
Abordagem sobre o asfalto,
é voz de assalto.
Suor frio,
era uma vez um bolso que ficou vazio.
por:
Vinicius Marçal

SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS


Alguém a espreita,
na rua estreita.
Na escuridão um grito,
sangue no paralelepípedo.
Bastou uma espiadela,
e um pé de cabra na janela.
Mais um lesado,
lágrimas na rua ao lado.
Abordagem sobre o asfalto,
é voz de assalto.
Suor frio,
era uma vez um bolso que ficou vazio.
por:
Vinicius Marçal

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Tu


Tu participas do meu sonho,

ignora o teu e reza um pouco.



Chora baixinho e treme o queixo,

e eu me queixando te dou um beijo.



Pede pra que eu seja tolo,

mas tola é me pedindo isso.



Quer que eu lute contra gigantes, mate mutantes,

sou apenas um homem, sem força de mil tanques.



Mas se quiser amor, esse eu tenho de monte,

tenho até de sobra, caso te falte algum instante.



por:

K!

Tu


Tu participas do meu sonho,

ignora o teu e reza um pouco.



Chora baixinho e treme o queixo,

e eu me queixando te dou um beijo.



Pede pra que eu seja tolo,

mas tola é me pedindo isso.



Quer que eu lute contra gigantes, mate mutantes,

sou apenas um homem, sem força de mil tanques.



Mas se quiser amor, esse eu tenho de monte,

tenho até de sobra, caso te falte algum instante.



por:

K!

domingo, 12 de abril de 2009

Chute o Guichê


Quarto guichê à direita, senhor.
No quarto guichê: pois não.
É que eu preciso de um médico.
Qual a especialidade?
Não sei, ando me sentindo mal.
Preciso da especialidade, senhor...
Bem, acho que um clínico geral...
Próximo guichê, senhor.
No próximo guichê:
Pois não.
Preciso de um clínico geral, estou me sentindo doente.
Próxima consulta em 14 de setembro, senhor, às 6:45, senhor.
Mas estamos em março, até lá eu já morri.
Lamento senhor.
Lamenta o caralho! Toma isso seu filho da puta...
Soca, chuta e sai correndo quebrando tudo o que vê pela frente: computador, vidraça, mesa, joga uma cadeira pela janela...
Manchete policial do dia seguinte:
“abatido a tiros pela polícia o psicopata vândalo terrorista que atacou funcionários do INSS”


Por:

Nelson Emerson

(meio combalido pelo sistema burocrático)

Chute o Guichê


Quarto guichê à direita, senhor.
No quarto guichê: pois não.
É que eu preciso de um médico.
Qual a especialidade?
Não sei, ando me sentindo mal.
Preciso da especialidade, senhor...
Bem, acho que um clínico geral...
Próximo guichê, senhor.
No próximo guichê:
Pois não.
Preciso de um clínico geral, estou me sentindo doente.
Próxima consulta em 14 de setembro, senhor, às 6:45, senhor.
Mas estamos em março, até lá eu já morri.
Lamento senhor.
Lamenta o caralho! Toma isso seu filho da puta...
Soca, chuta e sai correndo quebrando tudo o que vê pela frente: computador, vidraça, mesa, joga uma cadeira pela janela...
Manchete policial do dia seguinte:
“abatido a tiros pela polícia o psicopata vândalo terrorista que atacou funcionários do INSS”


Por:

Nelson Emerson

(meio combalido pelo sistema burocrático)

sábado, 11 de abril de 2009

Pascoa Cruz Credo news!


por:
Hidersox
(copiado de Renato Queges.. rs)

Pascoa Cruz Credo news!


por:
Hidersox
(copiado de Renato Queges.. rs)

Resist Control

Image and video hosting by TinyPic

Resist Control

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Um Beijo de Páscoa

Um beijo de Páscoa ...
Tira toda a mágoa ,
Do choro que ficou na lembrança ,
Renovando a doce esperança ...

De uma nova e leve vida ...
Nesta estrada garrida !
Este beijo tem sabor ...
De chocolate com licor !

Minha voz é a embalagem ...
Feita de papel celofane transparente ,
Que você desembrulha nesta viagem ,
Desta Páscoa viva e surpreendente !

Sou um ingênuo coelho branco ...
Neste momento meigo e franco !
Aceite meu beijo de Páscoa ,
Que tira toda a mágoa ...

Do choro que ficou na lembrança ,
Renovando a doce esperança .


por:

Luciana do Rocio Mallon

Um Beijo de Páscoa

Um beijo de Páscoa ...
Tira toda a mágoa ,
Do choro que ficou na lembrança ,
Renovando a doce esperança ...

De uma nova e leve vida ...
Nesta estrada garrida !
Este beijo tem sabor ...
De chocolate com licor !

Minha voz é a embalagem ...
Feita de papel celofane transparente ,
Que você desembrulha nesta viagem ,
Desta Páscoa viva e surpreendente !

Sou um ingênuo coelho branco ...
Neste momento meigo e franco !
Aceite meu beijo de Páscoa ,
Que tira toda a mágoa ...

Do choro que ficou na lembrança ,
Renovando a doce esperança .


por:

Luciana do Rocio Mallon

sexta-feira, 10 de abril de 2009

O homem

Você não entende sentado você pensa enquanto pássaros cagam na sua cabeça.
Procure uma loja de cérebros usados venda o seu modelo e ganhe alguns trocados.
Ele só servia pra fazer perguntas decorava respostas pesava e doía.
Vista um terno verde vá para o quintal levante os braço se seja um vegetal.
O homem pensa qual a diferençado homem que não pensa ?
por:
Almeidassauro

O homem

Você não entende sentado você pensa enquanto pássaros cagam na sua cabeça.
Procure uma loja de cérebros usados venda o seu modelo e ganhe alguns trocados.
Ele só servia pra fazer perguntas decorava respostas pesava e doía.
Vista um terno verde vá para o quintal levante os braço se seja um vegetal.
O homem pensa qual a diferençado homem que não pensa ?
por:
Almeidassauro

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O Velho Pery

O Velho Pery é um sujeito altamente peculiar. E dirige muito mal. O senhor de voz arrastada e modos um tanto descontados de graça acaba de estacionar estranhamente o carro na entrada da sua casa. Diz que vai pegar o jornal do dia na caixinha de correio. Entretanto, um motorista desavisado dos hábitos matutinos do morador-leitor quase arranca a porta do carro que se abriu abruptamente. O motorista buzina protocolarmente e o Velho Pery manda passar por cima, então. E ainda faz um belo gesto de conotações interessantes pra essa manhã feia de ventinho gelado.
Felizmente, acabou agora o tour automobilístico. Estamos de novo na casa de minha avó. O carro de meu pai foi deixado pra consertar, minha passagem de volta já foi comprada e o Velho Pery está ajudando com os preparativos do almoço. Não sei o que a minha avó viu nesse senhor. Falta a esse senhor pouco afeito ao banho aquela nobreza dos velhos. Meu falecido avô também não era dos mais altaneiros, mas tinha lá um resquício dessa estirpe própria dos que já viveram muito. Era um formato de realeza um tanto incompreendida, é verdade, mas juro que tinha.
Eu gostaria mesmo é de ouvir umas histórias dessa gente que viveu muito. Deve ser bacana ter história pra contar, formar imagens, olhares suspensos, coloridos próprios ao passado (dizem que tudo depende do tom do dia e dos fantasmas da noite). Mas o Velho Pery não conta histórias. E também não me parece possuir a paciência dos oradores. A minha avó está bordando críticas aos hábitos curiosos do Velho Pery (que esquece chaves, bebe uns goles firmes e tal) e começo a acreditar que viver junto seja isso mesmo: ter alguém ao lado pra ouvir. E parece que eles se entendem e isso me basta.
Divirto-me ruminando sobre a essência daqueles que não conhecemos bem. Como são interessantes aqueles que não conhecemos bem. Será que o Velho Pery é uma pessoa boa ou é uma pessoa má? Fico com a coluna do meio. Ele deve ser comum como todos: um apanhado de bondades e ruindades. Outros mais, outros menos.
Terminamos de almoçar e é hora de ir pra rodoviária. O Velho Pery vai me levar. Entro de novo no carro dele, um tanto empachado com a promessa de aventuras ao volante logo após almoço. O Velho Pery, da planície de seus oitenta e tantos anos, me diz que sofreu um acidente de carro há vinte cinco anos. Magoou a bacia, bem aqui ó... E, veja só... Não é que vinte e cinco anos depois começou a doer... Acredita?
Acredito, Velho Pery, acredito... Mas não consigo assimilar a informação, afinal, sequer eu tenho esse tempo de existir. E se já aconteceu coisas estranhas comigo, nada parecido com isso me ocorreu ainda. Mas estou pensativo e vou aproveitar o ensejo surreal pra te fazer uma pergunta, Velho Pery: se eu vier a ter dores profundas, daquelas que cortam pedaços da alma e refletem triste na face, eu também demorarei tanto tempo assim pra sarar?
Até mais, Velho Pery, até mais... O ônibus está ali e a vida toda me aguarda na bacia da alma.

por:
Daniel Zanella

O Velho Pery

O Velho Pery é um sujeito altamente peculiar. E dirige muito mal. O senhor de voz arrastada e modos um tanto descontados de graça acaba de estacionar estranhamente o carro na entrada da sua casa. Diz que vai pegar o jornal do dia na caixinha de correio. Entretanto, um motorista desavisado dos hábitos matutinos do morador-leitor quase arranca a porta do carro que se abriu abruptamente. O motorista buzina protocolarmente e o Velho Pery manda passar por cima, então. E ainda faz um belo gesto de conotações interessantes pra essa manhã feia de ventinho gelado.
Felizmente, acabou agora o tour automobilístico. Estamos de novo na casa de minha avó. O carro de meu pai foi deixado pra consertar, minha passagem de volta já foi comprada e o Velho Pery está ajudando com os preparativos do almoço. Não sei o que a minha avó viu nesse senhor. Falta a esse senhor pouco afeito ao banho aquela nobreza dos velhos. Meu falecido avô também não era dos mais altaneiros, mas tinha lá um resquício dessa estirpe própria dos que já viveram muito. Era um formato de realeza um tanto incompreendida, é verdade, mas juro que tinha.
Eu gostaria mesmo é de ouvir umas histórias dessa gente que viveu muito. Deve ser bacana ter história pra contar, formar imagens, olhares suspensos, coloridos próprios ao passado (dizem que tudo depende do tom do dia e dos fantasmas da noite). Mas o Velho Pery não conta histórias. E também não me parece possuir a paciência dos oradores. A minha avó está bordando críticas aos hábitos curiosos do Velho Pery (que esquece chaves, bebe uns goles firmes e tal) e começo a acreditar que viver junto seja isso mesmo: ter alguém ao lado pra ouvir. E parece que eles se entendem e isso me basta.
Divirto-me ruminando sobre a essência daqueles que não conhecemos bem. Como são interessantes aqueles que não conhecemos bem. Será que o Velho Pery é uma pessoa boa ou é uma pessoa má? Fico com a coluna do meio. Ele deve ser comum como todos: um apanhado de bondades e ruindades. Outros mais, outros menos.
Terminamos de almoçar e é hora de ir pra rodoviária. O Velho Pery vai me levar. Entro de novo no carro dele, um tanto empachado com a promessa de aventuras ao volante logo após almoço. O Velho Pery, da planície de seus oitenta e tantos anos, me diz que sofreu um acidente de carro há vinte cinco anos. Magoou a bacia, bem aqui ó... E, veja só... Não é que vinte e cinco anos depois começou a doer... Acredita?
Acredito, Velho Pery, acredito... Mas não consigo assimilar a informação, afinal, sequer eu tenho esse tempo de existir. E se já aconteceu coisas estranhas comigo, nada parecido com isso me ocorreu ainda. Mas estou pensativo e vou aproveitar o ensejo surreal pra te fazer uma pergunta, Velho Pery: se eu vier a ter dores profundas, daquelas que cortam pedaços da alma e refletem triste na face, eu também demorarei tanto tempo assim pra sarar?
Até mais, Velho Pery, até mais... O ônibus está ali e a vida toda me aguarda na bacia da alma.

por:
Daniel Zanella

Tudo o que Jogamos Fora Retorna à Terra

Guaraqueçaba, Março de 2009.
É preciso despertarmos nossa consciência ambiental coletiva o quanto antes para estabelecermos relações mais harmoniosas com a mãe Gaia.Cada ser humano precisa ter em mente quando consome que tudo aquilo que for descartado um dia retornará a natureza, nem sempre nas melhores condições para que seja reabsorvido e reintegrado à teia química que sustenta aquilo que chamamos de realidade.

por:

Daniel Caron


Tudo o que Jogamos Fora Retorna à Terra

Guaraqueçaba, Março de 2009.
É preciso despertarmos nossa consciência ambiental coletiva o quanto antes para estabelecermos relações mais harmoniosas com a mãe Gaia.Cada ser humano precisa ter em mente quando consome que tudo aquilo que for descartado um dia retornará a natureza, nem sempre nas melhores condições para que seja reabsorvido e reintegrado à teia química que sustenta aquilo que chamamos de realidade.

por:

Daniel Caron


terça-feira, 7 de abril de 2009

O som


O som é infinito e qualquer batida se propaga por todo o universo...
Pelo estéreo vácuo do espaço.
Cada nota é uma energia solta e irreversível para nada há volta o som a criatividade e as notas são liberdade.
Deixem o corpo fluir o seu ritmo cósmico...
por:
Almeidassauro

O som


O som é infinito e qualquer batida se propaga por todo o universo...
Pelo estéreo vácuo do espaço.
Cada nota é uma energia solta e irreversível para nada há volta o som a criatividade e as notas são liberdade.
Deixem o corpo fluir o seu ritmo cósmico...
por:
Almeidassauro

segunda-feira, 6 de abril de 2009

domingo, 5 de abril de 2009

Flor Estrela


Tão resquicia, profunda e coesa.
Seus olhos profundos escondem uma alma pela qual os meus
enxerga uma vida, uma vida que eu não tive um sonho pelo qual eu esqueci.
Sonho lindo, tão belo, fluente, descrente de más corações, descrente de todo o acumulo de planos. Sua pele reflete o sol em tão perfecsionismo, em tanta glorificação, em tanta suplica de amor e admiração.
O vento passa pelo seus cabelos como ondas profundas, como se fossem
violentamente belos, como se fossem rebeldes inocentes, anunciando uma
aquarela de duvidas e sentidos pelos quais antes não éramos privados.
Sua sombra mais parece um vimeiro em um dia de sol de verão, em um dia
onde nada mais podia se fazer, a não ser deixar-se levar pelo descanso,
pelo momento, o simples momento.

Os segundos a sua presença parecem dividir-se em leques, em tópicos,
em pequenos fragmentos pelos quais devíamos nem perceber, mas muitas vezes,
a percepção da arte não parte só de nos, pois até mesmo o ambiente podia sentiro quão grande eram os mistérios saudosistas, nostálgicos, que estavam sujeitos
a você.

E agora, quem nega, quem rege, quem reconhece e quem despercebe?
Não sei, às vezes acho que perto de você até mesmo o mais profundo
descaso, a mais voracil ignorância parece bela, parece comovida, parece.
inocente e acalenta. Às vezes acho que já bastaria para a vida toda
um suspiro mudo seu, um olhar propositadamente desatento. Eu poderia ser
feliz eternamente, poderia escrever as mais lindas canções, os mais profundos.
poemas.

Duro é o fel que descreve as horas, duras são as lagrimas do céu tentando deixa-lo
límpido, duro é o caminho. Uma bela sonata, uma bela melodia em tom menor, bela,
mas em tom menor. Uma bela foto,uma linda foto em preto e branco .


por:

Dom Quixote

Flor Estrela


Tão resquicia, profunda e coesa.
Seus olhos profundos escondem uma alma pela qual os meus
enxerga uma vida, uma vida que eu não tive um sonho pelo qual eu esqueci.
Sonho lindo, tão belo, fluente, descrente de más corações, descrente de todo o acumulo de planos. Sua pele reflete o sol em tão perfecsionismo, em tanta glorificação, em tanta suplica de amor e admiração.
O vento passa pelo seus cabelos como ondas profundas, como se fossem
violentamente belos, como se fossem rebeldes inocentes, anunciando uma
aquarela de duvidas e sentidos pelos quais antes não éramos privados.
Sua sombra mais parece um vimeiro em um dia de sol de verão, em um dia
onde nada mais podia se fazer, a não ser deixar-se levar pelo descanso,
pelo momento, o simples momento.

Os segundos a sua presença parecem dividir-se em leques, em tópicos,
em pequenos fragmentos pelos quais devíamos nem perceber, mas muitas vezes,
a percepção da arte não parte só de nos, pois até mesmo o ambiente podia sentiro quão grande eram os mistérios saudosistas, nostálgicos, que estavam sujeitos
a você.

E agora, quem nega, quem rege, quem reconhece e quem despercebe?
Não sei, às vezes acho que perto de você até mesmo o mais profundo
descaso, a mais voracil ignorância parece bela, parece comovida, parece.
inocente e acalenta. Às vezes acho que já bastaria para a vida toda
um suspiro mudo seu, um olhar propositadamente desatento. Eu poderia ser
feliz eternamente, poderia escrever as mais lindas canções, os mais profundos.
poemas.

Duro é o fel que descreve as horas, duras são as lagrimas do céu tentando deixa-lo
límpido, duro é o caminho. Uma bela sonata, uma bela melodia em tom menor, bela,
mas em tom menor. Uma bela foto,uma linda foto em preto e branco .


por:

Dom Quixote

RESPOSTA

Vai para onde ninguém quer ir.
Pula de uma distância que ninguém tem coragem.
Ressuscita o velho depois de morto.
Lamenta a dor pra não passar mais raiva.
Revivendo o futuro que ninguém obedece,trás de volta aquela dor antiga.
Relaxa, revive, sente, abandona,aquela alma que vem destruindo.
Vai mudar o rumo da história.
Essência banida, amor escondido.
Pergunta pra Deus onde fica o infinito.
A resposta te livra mostrando a verdade.
por:
Joelma Andrioli Salgado

RESPOSTA

Vai para onde ninguém quer ir.
Pula de uma distância que ninguém tem coragem.
Ressuscita o velho depois de morto.
Lamenta a dor pra não passar mais raiva.
Revivendo o futuro que ninguém obedece,trás de volta aquela dor antiga.
Relaxa, revive, sente, abandona,aquela alma que vem destruindo.
Vai mudar o rumo da história.
Essência banida, amor escondido.
Pergunta pra Deus onde fica o infinito.
A resposta te livra mostrando a verdade.
por:
Joelma Andrioli Salgado

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O ATOR(MENTADO)

Se você mora em um país de terceiro mundo, onde tudo é caro demais e mesmo assim insiste em fazer produções de custo mínimo e não cai na tentação de apelar para o "trash", muito em voga nestes últimos tempos, sorria! Seus problemas acabaram. Pois se você ainda não encontrou, certamente ainda vai encontrar esta classe que se prolifera vertiginosamente nos "grandes pólos culturais": o ATOR(mentado)!Ele é facilmente encontrado em bares da moda, mostras de cinema alternativo, faculdades e cursos de arte. O Atormentado está sempre disposto a fazer qualquer coisa, desde que ele apareça, é claro. Então lá está ele, dando palpite no figurino, infernizando a vida do maquiador, do câmera, do operador de áudio, do pessoal da fotografia e até o diretor, que quase sempre também é o roteirista por questões obvias, pois o Ator(mentado) sempre tenta reescrever o roteiro. Alguns deles até fizeram algum cursinho, tem DRT ou algo do gênero. A equipe toda implora para a produção uma arma sem balas de festim, mas nosso destemido Atormentado não desiste! Ele ainda consegue ter uma atuação totalmente exagerada e fora do que o roteiro precisa. Não há como não fazer uma homenagem digna de salva de palmas, aos nossos queridos "atores" de dão o sangue e literalmente arriscam o pescoço para que o stress perpetue no set de filmagem!
por:
Nina

O ATOR(MENTADO)

Se você mora em um país de terceiro mundo, onde tudo é caro demais e mesmo assim insiste em fazer produções de custo mínimo e não cai na tentação de apelar para o "trash", muito em voga nestes últimos tempos, sorria! Seus problemas acabaram. Pois se você ainda não encontrou, certamente ainda vai encontrar esta classe que se prolifera vertiginosamente nos "grandes pólos culturais": o ATOR(mentado)!Ele é facilmente encontrado em bares da moda, mostras de cinema alternativo, faculdades e cursos de arte. O Atormentado está sempre disposto a fazer qualquer coisa, desde que ele apareça, é claro. Então lá está ele, dando palpite no figurino, infernizando a vida do maquiador, do câmera, do operador de áudio, do pessoal da fotografia e até o diretor, que quase sempre também é o roteirista por questões obvias, pois o Ator(mentado) sempre tenta reescrever o roteiro. Alguns deles até fizeram algum cursinho, tem DRT ou algo do gênero. A equipe toda implora para a produção uma arma sem balas de festim, mas nosso destemido Atormentado não desiste! Ele ainda consegue ter uma atuação totalmente exagerada e fora do que o roteiro precisa. Não há como não fazer uma homenagem digna de salva de palmas, aos nossos queridos "atores" de dão o sangue e literalmente arriscam o pescoço para que o stress perpetue no set de filmagem!
por:
Nina