quarta-feira, 30 de julho de 2008

colunista

Prostituindo seu Próprio EU
Esses dias me senti mal por não contribuir tanto com o mundo e resolvi que, quando morresse, doaria meu corpo à alguma universidade, para que estudantes dos cursos de medicina e derivados pudessem ter acesso a um corpo jovem, sem precisar reutilizar por mais de 20 anos um mesmo corpo velho e cansado. Quando cheguei no cartório para assinar os papéis necessários me pediram 80 reais como taxa de doação. Pensei, pô, valho mais que oitentinha, mas pelo menos ganho uns trocados por um nome amável, por mexerem em minhas partes íntimas... Tiração de sarro dos meus pêlos pubianos e tal... A pessoa que me atendeu disse: “A senhora entendeu errado. É a senhora que paga 80” . Arregalei os olhos.
Acho o seguinte: cadáveres são conservados por anos e anos em formol por falta de outro. Tenho que pagar impostos absurdos, votar em canalhas de ternos e no fim da vida ainda desembolsar outro valor para que conheçam minha corrente sanguínea? (...) Correndo o risco de alguma louca me roubar do necrotério para vender meus órgãos? Pensem comigo: Preferível mesmo é que a terra coma nossos olhos para que não vejam mais uma vez todo esse absurdo!
Por Sofia DeGouges

colunista

Prostituindo seu Próprio EU
Esses dias me senti mal por não contribuir tanto com o mundo e resolvi que, quando morresse, doaria meu corpo à alguma universidade, para que estudantes dos cursos de medicina e derivados pudessem ter acesso a um corpo jovem, sem precisar reutilizar por mais de 20 anos um mesmo corpo velho e cansado. Quando cheguei no cartório para assinar os papéis necessários me pediram 80 reais como taxa de doação. Pensei, pô, valho mais que oitentinha, mas pelo menos ganho uns trocados por um nome amável, por mexerem em minhas partes íntimas... Tiração de sarro dos meus pêlos pubianos e tal... A pessoa que me atendeu disse: “A senhora entendeu errado. É a senhora que paga 80” . Arregalei os olhos.
Acho o seguinte: cadáveres são conservados por anos e anos em formol por falta de outro. Tenho que pagar impostos absurdos, votar em canalhas de ternos e no fim da vida ainda desembolsar outro valor para que conheçam minha corrente sanguínea? (...) Correndo o risco de alguma louca me roubar do necrotério para vender meus órgãos? Pensem comigo: Preferível mesmo é que a terra coma nossos olhos para que não vejam mais uma vez todo esse absurdo!
Por Sofia DeGouges

domingo, 27 de julho de 2008

banda

Banda Freud Flintstone
Curitiba-PR

História

A banda tem origem na união de duas bandas distintas, a Freud Flintstone (Francley) e a outra, que não tinha nome definido, formada por Marcelo, Elaine e Jeann. Após um longo período sem ensaios e apresentações de uma e o “fim” de outra, o Francley foi convidado, por Marcelo e Elaine para fazer um ensaio no dia do trabalho, 1º de maio de 2005. Após alguns anos, Marcelo saiu da banda e entra Guilherme, fechando a formação atual. Desde então, a Freud Flintstone vem desenvolvendo seutrabalho no cenário musical local, onde tocou em vários bares consagrados de Curitiba, viajando pelo litoral e região oeste do estado. Presença marcada também nos Multirões da Cidadania (evento organizado pela Prefeitura Municipal de Curitiba). Com o seu som pop/rock progressivo, atualmente, a banda encontra-se em estúdio para a gravação de seu 1º CD - inclusive, as músicas disponíveis aqui, estão em versão DEMO. O CD fica pronto até o fim de 2008. O site da banda, encontra-se em desenvolvimento.

Influências

Engenheiros do Hawaii (Freud Flintstone é uma música deles), Nenhum de Nós, Legião Urbana, Ira!, Dire Straits, Iron Maiden, entre outros artistas dos anos 80 e 90.

Integrantes

  • Francley Schultz Cordeiro: voz, guitarra e violão
  • Jeann Magnonn Bersani: guitarra e voz
  • Guilherme Falzoni: baixo
  • Demis Arian Gessner: bateria
  • Elaine Lima Scorzato: percussão*
    *bateria em “Poker”
Link`s da Banda:

banda

Banda Freud Flintstone
Curitiba-PR

História

A banda tem origem na união de duas bandas distintas, a Freud Flintstone (Francley) e a outra, que não tinha nome definido, formada por Marcelo, Elaine e Jeann. Após um longo período sem ensaios e apresentações de uma e o “fim” de outra, o Francley foi convidado, por Marcelo e Elaine para fazer um ensaio no dia do trabalho, 1º de maio de 2005. Após alguns anos, Marcelo saiu da banda e entra Guilherme, fechando a formação atual. Desde então, a Freud Flintstone vem desenvolvendo seutrabalho no cenário musical local, onde tocou em vários bares consagrados de Curitiba, viajando pelo litoral e região oeste do estado. Presença marcada também nos Multirões da Cidadania (evento organizado pela Prefeitura Municipal de Curitiba). Com o seu som pop/rock progressivo, atualmente, a banda encontra-se em estúdio para a gravação de seu 1º CD - inclusive, as músicas disponíveis aqui, estão em versão DEMO. O CD fica pronto até o fim de 2008. O site da banda, encontra-se em desenvolvimento.

Influências

Engenheiros do Hawaii (Freud Flintstone é uma música deles), Nenhum de Nós, Legião Urbana, Ira!, Dire Straits, Iron Maiden, entre outros artistas dos anos 80 e 90.

Integrantes

  • Francley Schultz Cordeiro: voz, guitarra e violão
  • Jeann Magnonn Bersani: guitarra e voz
  • Guilherme Falzoni: baixo
  • Demis Arian Gessner: bateria
  • Elaine Lima Scorzato: percussão*
    *bateria em “Poker”
Link`s da Banda:

quinta-feira, 24 de julho de 2008

colunista

A Boca do Inferno

Quem chega de Curitiba ou passa por Araucária vindo de Contenda provavelmente se impressiona com a “boca do inferno”. Trata-se da Petrobrás e seus fornos gigantes cuspindo fogo do seio da terra a muitos metros do chão. Apelidada assim, pelos peões que fazem a sua manutenção. Há muitas décadas aquele forno de Auschwitz arde como se fosse a verdadeira tocha da estátua da liberdade. Mas, como no outro caso, não é o caso de usar a palavra “Liberdade”.
A situação torna-se ainda mais funesta para mim, uma vez que, moro aqui perto da boca do inferno. Posso ouvir todas as noites na hora de dormir o barulho e os gemidos das labaredas contra o céu e imaginar o que ou quem elas estariam queimando? Realmente é fascinante e assustadora a projeção da chama. A forma como ela lança luz a quilômetros e o barulho que se pode ouvir de longe nos dias em que o fogo está mais alto que o de costume. Curioso também o petróleo ter o apelido de sangue do diabo. E esta é uma boa pergunta. O que estaria a boca do inferno queimando? Considere o simbolismo e até mesmo a poética implícita nas tochas da Petrobrás. Ela produz a energia da nossa sociedade. Tudo em nome da Liberdade, Igualdade, Fraternidade e progresso. Ah, o progresso! Argumento muito bem usado.
A Petrobrás é que gira as manivelas da nossa sociedade. E de uma sociedade suja, segregatória e hipócrita. O que estaria ela queimando então? Petróleo ou almas humanas? Gasolina ou abortos?Diesel ou nossos jovens assassinados pelas drogas? Polipropileno ou a felicidade de nossos filhos?Nafta ou o futuro de nossos filhos? Propeno ou a comida e a água de nossos filhos? Cheiramos todos os dias as cinzas humanas de nossa guerra fria capitalista misturada com a fumaça da boca do inferno. Carregamos nos pulmões o testemunho dos atos depravados de nossa geração. Das cinzas a cinzas, do pó ao pó.
Quando estiver passando por perto da boca do inferno de novo, principalmente se estiver com seu carro novo, alienado a bancos internacionais a zil parcelas, com seu celular inútil de última geração e com seu tênis de quatrocentos reais saiba que seu consumismo desenfreado sustenta um esquema muito antigo de escravização, abusos e assassinatos.
Sim. Aquelas são as chaminés do inferno e o seu combustível não é petróleo, é a nossa ignorância mediana, nosso egoísmo mesquinho e nosso orgulho narcisista. É araucariense; é assim mesmo! Quando alimentamos a teia consumista, sem saber, amontoamos corpos à beira da boca do inferno. Olhe para a chama da próxima vez que passar por lá e escute os gritos das crianças abortadas. Escute os gemidos de nossos velhos doentes. Os pedidos de socorro de nossas estupradas. O choro engolido de nossos humilhados.
O inferno começa aqui. E nós mesmos o acendemos! Afinal, é isso o que fazemos sem questionar. Queimamos e queimamos. Queimamos sonhos. Queimamos famílias. Queimamos talentos. Mas logo a boca do inferno poderá nos alcançar. Drible-a enquanto puder, mas logo, será o teu grito a ecoar junto com as chamas e a pedir socorro aos surdos araucarienses, curitibanos, paranaenses. Quando se vem de Curitiba para Araucária pelo Pinheirinho temos a impressão de estar em um dos filmes apocalípticos do Mad Max. Quem será o nosso Mad Max salvador? Essa é a face negra da industrialização. É impressionante, ver de um lado da cerca milhões de dólares em tecnologia, petróleo, CO2, aço, funcionários, programas culturais, propaganda na Mass Media; e do outro lado, bairros pobres fervilhando como o Tatuquara, Jardim da Ordem, Vila Verde. É pena mesmo tal população não querer quebrar tudo naquele chiqueiro hipócrita fumacento. -Mas lembrem-se... Dizem os idiotas... -É lá que nós temos empregos! Mas a que preço? A que preço? O que vamos comer no futuro? Ferro? Petróleo? CO2? Vamos acabar todos comendo merda radioativa num apocalipse inevitável em nome do nosso deus institucional - o dinheiro!
O inferno não foi criando para nós! Mas nossa insistência em admirá-lo e imitá-lo acabará nos levando de fato a ele.
Às vezes a boca do inferno pode se confundir com a nossa boca. Às vezes, o bafo do inferno pode se parecer muito com o nosso! Deixe o fogo subir com as almas. Deixe que acabe com as ossadas e a carne. Deixe que transforme em cinzas o nosso futuro.

colunista

A Boca do Inferno

Quem chega de Curitiba ou passa por Araucária vindo de Contenda provavelmente se impressiona com a “boca do inferno”. Trata-se da Petrobrás e seus fornos gigantes cuspindo fogo do seio da terra a muitos metros do chão. Apelidada assim, pelos peões que fazem a sua manutenção. Há muitas décadas aquele forno de Auschwitz arde como se fosse a verdadeira tocha da estátua da liberdade. Mas, como no outro caso, não é o caso de usar a palavra “Liberdade”.
A situação torna-se ainda mais funesta para mim, uma vez que, moro aqui perto da boca do inferno. Posso ouvir todas as noites na hora de dormir o barulho e os gemidos das labaredas contra o céu e imaginar o que ou quem elas estariam queimando? Realmente é fascinante e assustadora a projeção da chama. A forma como ela lança luz a quilômetros e o barulho que se pode ouvir de longe nos dias em que o fogo está mais alto que o de costume. Curioso também o petróleo ter o apelido de sangue do diabo. E esta é uma boa pergunta. O que estaria a boca do inferno queimando? Considere o simbolismo e até mesmo a poética implícita nas tochas da Petrobrás. Ela produz a energia da nossa sociedade. Tudo em nome da Liberdade, Igualdade, Fraternidade e progresso. Ah, o progresso! Argumento muito bem usado.
A Petrobrás é que gira as manivelas da nossa sociedade. E de uma sociedade suja, segregatória e hipócrita. O que estaria ela queimando então? Petróleo ou almas humanas? Gasolina ou abortos?Diesel ou nossos jovens assassinados pelas drogas? Polipropileno ou a felicidade de nossos filhos?Nafta ou o futuro de nossos filhos? Propeno ou a comida e a água de nossos filhos? Cheiramos todos os dias as cinzas humanas de nossa guerra fria capitalista misturada com a fumaça da boca do inferno. Carregamos nos pulmões o testemunho dos atos depravados de nossa geração. Das cinzas a cinzas, do pó ao pó.
Quando estiver passando por perto da boca do inferno de novo, principalmente se estiver com seu carro novo, alienado a bancos internacionais a zil parcelas, com seu celular inútil de última geração e com seu tênis de quatrocentos reais saiba que seu consumismo desenfreado sustenta um esquema muito antigo de escravização, abusos e assassinatos.
Sim. Aquelas são as chaminés do inferno e o seu combustível não é petróleo, é a nossa ignorância mediana, nosso egoísmo mesquinho e nosso orgulho narcisista. É araucariense; é assim mesmo! Quando alimentamos a teia consumista, sem saber, amontoamos corpos à beira da boca do inferno. Olhe para a chama da próxima vez que passar por lá e escute os gritos das crianças abortadas. Escute os gemidos de nossos velhos doentes. Os pedidos de socorro de nossas estupradas. O choro engolido de nossos humilhados.
O inferno começa aqui. E nós mesmos o acendemos! Afinal, é isso o que fazemos sem questionar. Queimamos e queimamos. Queimamos sonhos. Queimamos famílias. Queimamos talentos. Mas logo a boca do inferno poderá nos alcançar. Drible-a enquanto puder, mas logo, será o teu grito a ecoar junto com as chamas e a pedir socorro aos surdos araucarienses, curitibanos, paranaenses. Quando se vem de Curitiba para Araucária pelo Pinheirinho temos a impressão de estar em um dos filmes apocalípticos do Mad Max. Quem será o nosso Mad Max salvador? Essa é a face negra da industrialização. É impressionante, ver de um lado da cerca milhões de dólares em tecnologia, petróleo, CO2, aço, funcionários, programas culturais, propaganda na Mass Media; e do outro lado, bairros pobres fervilhando como o Tatuquara, Jardim da Ordem, Vila Verde. É pena mesmo tal população não querer quebrar tudo naquele chiqueiro hipócrita fumacento. -Mas lembrem-se... Dizem os idiotas... -É lá que nós temos empregos! Mas a que preço? A que preço? O que vamos comer no futuro? Ferro? Petróleo? CO2? Vamos acabar todos comendo merda radioativa num apocalipse inevitável em nome do nosso deus institucional - o dinheiro!
O inferno não foi criando para nós! Mas nossa insistência em admirá-lo e imitá-lo acabará nos levando de fato a ele.
Às vezes a boca do inferno pode se confundir com a nossa boca. Às vezes, o bafo do inferno pode se parecer muito com o nosso! Deixe o fogo subir com as almas. Deixe que acabe com as ossadas e a carne. Deixe que transforme em cinzas o nosso futuro.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

colunista



Marionetes

Deite-se no divã, feche os olhos e atente-se na contagem regressiva... Quando chegar ao número 1 abra os olhos e tire a função MUDO da TV. O horário político terminou.
Lá vêm eles novamente com suas canções grudentas + os panfletos que ajudam e contribuem para a poluição do planeta. Lá vêm eles com a falsa honestidade, imprimindo falsas esperanças nos rostos dos araucarienses e região. Ligue a TV e eles estarão dizendo o que já disseram, prometendo o que já sabemos sem termos certeza se estão lendo ou não o script que alguém escreveu. Como acreditar num discurso de um candidato que nem tem o trabalho de estudar o próprio discurso?
Capaz mesmo – e que divertido seria – se aquele que escreveu editasse o texto com uma receita de bolo ou outra coisa engraçada, colocando esse candidato pra ler na hora que estivesse gravando nos sagrados minutos que extraem dos jornais na TV, apenas para nos mostrarem a mesma atuação de sempre.
Por: Sofia DeGouges

colunista



Marionetes

Deite-se no divã, feche os olhos e atente-se na contagem regressiva... Quando chegar ao número 1 abra os olhos e tire a função MUDO da TV. O horário político terminou.
Lá vêm eles novamente com suas canções grudentas + os panfletos que ajudam e contribuem para a poluição do planeta. Lá vêm eles com a falsa honestidade, imprimindo falsas esperanças nos rostos dos araucarienses e região. Ligue a TV e eles estarão dizendo o que já disseram, prometendo o que já sabemos sem termos certeza se estão lendo ou não o script que alguém escreveu. Como acreditar num discurso de um candidato que nem tem o trabalho de estudar o próprio discurso?
Capaz mesmo – e que divertido seria – se aquele que escreveu editasse o texto com uma receita de bolo ou outra coisa engraçada, colocando esse candidato pra ler na hora que estivesse gravando nos sagrados minutos que extraem dos jornais na TV, apenas para nos mostrarem a mesma atuação de sempre.
Por: Sofia DeGouges

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Complexo de Édipo


Complexo de Édipo

O Complexo de Édipo foi uma teoria criada por Sigmund Freud, usada como metáfora para explicar o amor e ódio dos filhos para com os pais. Por exemplo: a menina, na forma positiva, ama sua mãe e deseja quando crescer ser como ela; o filho ama seu pai e deseja ser forte como ele. O Complexo de Édipo é a forma negativa de expressar esse sentimento, filhos percebendo que os pais pertencem um ao outro. Os filhos se revoltam com os pais e projetam hostilidade para o sexo oposto.
Nós, a sociedade, temos presenciado algo parecido com essa teoria ao vermos filhos sendo arremessados pelas janelas de suas residências. A sociedade é o filho projetando o ódio para esses pais que deveriam cuidar de suas crianças. Logo, o instinto materno e paterno não existe, do contrário essas crianças desperdiçadas teriam a chance de conhecer esse mundo doente.
Por: Sofia DeGouges

Complexo de Édipo


Complexo de Édipo

O Complexo de Édipo foi uma teoria criada por Sigmund Freud, usada como metáfora para explicar o amor e ódio dos filhos para com os pais. Por exemplo: a menina, na forma positiva, ama sua mãe e deseja quando crescer ser como ela; o filho ama seu pai e deseja ser forte como ele. O Complexo de Édipo é a forma negativa de expressar esse sentimento, filhos percebendo que os pais pertencem um ao outro. Os filhos se revoltam com os pais e projetam hostilidade para o sexo oposto.
Nós, a sociedade, temos presenciado algo parecido com essa teoria ao vermos filhos sendo arremessados pelas janelas de suas residências. A sociedade é o filho projetando o ódio para esses pais que deveriam cuidar de suas crianças. Logo, o instinto materno e paterno não existe, do contrário essas crianças desperdiçadas teriam a chance de conhecer esse mundo doente.
Por: Sofia DeGouges

quarta-feira, 9 de julho de 2008

HUMANOS


Os humanos parecem acreditar piamente
Que a Terra está aqui para servi-los
Pobres criaturas tolas criados por deus
Sua imagem e semelhança
Nosso planeta estava aqui muito antes dos vírus
Que agora a deixam doente

Os humanos são uma doença forte que a Terra não demorará para expelir
Uma das piores espécies de doença, um vírus que devora seus semelhantes

Porém, depois que os grandiosos humanos perecerem diante da fome, da sede
Que eles mesmos criaram
A Terra, grande mãe natureza, se renovará
Novas formas de vida surgirão
Novas paisagens encantadoras aparecerão

E para a grandiosa história dos humanos restará a burrice de seu atos
A desumanidade que tratou a vida
E importância imbecil que deu a um pedaço de papel.

(JULHIS)

HUMANOS


Os humanos parecem acreditar piamente
Que a Terra está aqui para servi-los
Pobres criaturas tolas criados por deus
Sua imagem e semelhança
Nosso planeta estava aqui muito antes dos vírus
Que agora a deixam doente

Os humanos são uma doença forte que a Terra não demorará para expelir
Uma das piores espécies de doença, um vírus que devora seus semelhantes

Porém, depois que os grandiosos humanos perecerem diante da fome, da sede
Que eles mesmos criaram
A Terra, grande mãe natureza, se renovará
Novas formas de vida surgirão
Novas paisagens encantadoras aparecerão

E para a grandiosa história dos humanos restará a burrice de seu atos
A desumanidade que tratou a vida
E importância imbecil que deu a um pedaço de papel.

(JULHIS)