Acho o seguinte: cadáveres são conservados por anos e anos em formol por falta de outro. Tenho que pagar impostos absurdos, votar em canalhas de ternos e no fim da vida ainda desembolsar outro valor para que conheçam minha corrente sanguínea? (...) Correndo o risco de alguma louca me roubar do necrotério para vender meus órgãos? Pensem comigo: Preferível mesmo é que a terra coma nossos olhos para que não vejam mais uma vez todo esse absurdo!
quarta-feira, 30 de julho de 2008
colunista
Acho o seguinte: cadáveres são conservados por anos e anos em formol por falta de outro. Tenho que pagar impostos absurdos, votar em canalhas de ternos e no fim da vida ainda desembolsar outro valor para que conheçam minha corrente sanguínea? (...) Correndo o risco de alguma louca me roubar do necrotério para vender meus órgãos? Pensem comigo: Preferível mesmo é que a terra coma nossos olhos para que não vejam mais uma vez todo esse absurdo!
colunista
Acho o seguinte: cadáveres são conservados por anos e anos em formol por falta de outro. Tenho que pagar impostos absurdos, votar em canalhas de ternos e no fim da vida ainda desembolsar outro valor para que conheçam minha corrente sanguínea? (...) Correndo o risco de alguma louca me roubar do necrotério para vender meus órgãos? Pensem comigo: Preferível mesmo é que a terra coma nossos olhos para que não vejam mais uma vez todo esse absurdo!
domingo, 27 de julho de 2008
banda
História
A banda tem origem na união de duas bandas distintas, a Freud Flintstone (Francley) e a outra, que não tinha nome definido, formada por Marcelo, Elaine e Jeann. Após um longo período sem ensaios e apresentações de uma e o “fim” de outra, o Francley foi convidado, por Marcelo e Elaine para fazer um ensaio no dia do trabalho, 1º de maio de 2005. Após alguns anos, Marcelo saiu da banda e entra Guilherme, fechando a formação atual. Desde então, a Freud Flintstone vem desenvolvendo seutrabalho no cenário musical local, onde tocou em vários bares consagrados de Curitiba, viajando pelo litoral e região oeste do estado. Presença marcada também nos Multirões da Cidadania (evento organizado pela Prefeitura Municipal de Curitiba). Com o seu som pop/rock progressivo, atualmente, a banda encontra-se em estúdio para a gravação de seu 1º CD - inclusive, as músicas disponíveis aqui, estão em versão DEMO. O CD fica pronto até o fim de 2008. O site da banda, encontra-se em desenvolvimento.
Influências
Engenheiros do Hawaii (Freud Flintstone é uma música deles), Nenhum de Nós, Legião Urbana, Ira!, Dire Straits, Iron Maiden, entre outros artistas dos anos 80 e 90.
Integrantes
- Francley Schultz Cordeiro: voz, guitarra e violão
- Jeann Magnonn Bersani: guitarra e voz
- Guilherme Falzoni: baixo
- Demis Arian Gessner: bateria
- Elaine Lima Scorzato: percussão*
*bateria em “Poker”
banda
História
A banda tem origem na união de duas bandas distintas, a Freud Flintstone (Francley) e a outra, que não tinha nome definido, formada por Marcelo, Elaine e Jeann. Após um longo período sem ensaios e apresentações de uma e o “fim” de outra, o Francley foi convidado, por Marcelo e Elaine para fazer um ensaio no dia do trabalho, 1º de maio de 2005. Após alguns anos, Marcelo saiu da banda e entra Guilherme, fechando a formação atual. Desde então, a Freud Flintstone vem desenvolvendo seutrabalho no cenário musical local, onde tocou em vários bares consagrados de Curitiba, viajando pelo litoral e região oeste do estado. Presença marcada também nos Multirões da Cidadania (evento organizado pela Prefeitura Municipal de Curitiba). Com o seu som pop/rock progressivo, atualmente, a banda encontra-se em estúdio para a gravação de seu 1º CD - inclusive, as músicas disponíveis aqui, estão em versão DEMO. O CD fica pronto até o fim de 2008. O site da banda, encontra-se em desenvolvimento.
Influências
Engenheiros do Hawaii (Freud Flintstone é uma música deles), Nenhum de Nós, Legião Urbana, Ira!, Dire Straits, Iron Maiden, entre outros artistas dos anos 80 e 90.
Integrantes
- Francley Schultz Cordeiro: voz, guitarra e violão
- Jeann Magnonn Bersani: guitarra e voz
- Guilherme Falzoni: baixo
- Demis Arian Gessner: bateria
- Elaine Lima Scorzato: percussão*
*bateria em “Poker”
quinta-feira, 24 de julho de 2008
colunista
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quarta-feira, 23 de julho de 2008
quarta-feira, 16 de julho de 2008
colunista

Deite-se no divã, feche os olhos e atente-se na contagem regressiva... Quando chegar ao número 1 abra os olhos e tire a função MUDO da TV. O horário político terminou.
Lá vêm eles novamente com suas canções grudentas + os panfletos que ajudam e contribuem para a poluição do planeta. Lá vêm eles com a falsa honestidade, imprimindo falsas esperanças nos rostos dos araucarienses e região. Ligue a TV e eles estarão dizendo o que já disseram, prometendo o que já sabemos sem termos certeza se estão lendo ou não o script que alguém escreveu. Como acreditar num discurso de um candidato que nem tem o trabalho de estudar o próprio discurso?
Capaz mesmo – e que divertido seria – se aquele que escreveu editasse o texto com uma receita de bolo ou outra coisa engraçada, colocando esse candidato pra ler na hora que estivesse gravando nos sagrados minutos que extraem dos jornais na TV, apenas para nos mostrarem a mesma atuação de sempre.
colunista

Deite-se no divã, feche os olhos e atente-se na contagem regressiva... Quando chegar ao número 1 abra os olhos e tire a função MUDO da TV. O horário político terminou.
Lá vêm eles novamente com suas canções grudentas + os panfletos que ajudam e contribuem para a poluição do planeta. Lá vêm eles com a falsa honestidade, imprimindo falsas esperanças nos rostos dos araucarienses e região. Ligue a TV e eles estarão dizendo o que já disseram, prometendo o que já sabemos sem termos certeza se estão lendo ou não o script que alguém escreveu. Como acreditar num discurso de um candidato que nem tem o trabalho de estudar o próprio discurso?
Capaz mesmo – e que divertido seria – se aquele que escreveu editasse o texto com uma receita de bolo ou outra coisa engraçada, colocando esse candidato pra ler na hora que estivesse gravando nos sagrados minutos que extraem dos jornais na TV, apenas para nos mostrarem a mesma atuação de sempre.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Complexo de Édipo

Complexo de Édipo
Nós, a sociedade, temos presenciado algo parecido com essa teoria ao vermos filhos sendo arremessados pelas janelas de suas residências. A sociedade é o filho projetando o ódio para esses pais que deveriam cuidar de suas crianças. Logo, o instinto materno e paterno não existe, do contrário essas crianças desperdiçadas teriam a chance de conhecer esse mundo doente.
Complexo de Édipo

Complexo de Édipo
Nós, a sociedade, temos presenciado algo parecido com essa teoria ao vermos filhos sendo arremessados pelas janelas de suas residências. A sociedade é o filho projetando o ódio para esses pais que deveriam cuidar de suas crianças. Logo, o instinto materno e paterno não existe, do contrário essas crianças desperdiçadas teriam a chance de conhecer esse mundo doente.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
HUMANOS

Que a Terra está aqui para servi-los
Pobres criaturas tolas criados por deus
Sua imagem e semelhança
Nosso planeta estava aqui muito antes dos vírus
Que agora a deixam doente
Os humanos são uma doença forte que a Terra não demorará para expelir
Uma das piores espécies de doença, um vírus que devora seus semelhantes
Porém, depois que os grandiosos humanos perecerem diante da fome, da sede
Que eles mesmos criaram
A Terra, grande mãe natureza, se renovará
Novas formas de vida surgirão
Novas paisagens encantadoras aparecerão
E para a grandiosa história dos humanos restará a burrice de seu atos
A desumanidade que tratou a vida
E importância imbecil que deu a um pedaço de papel.
(JULHIS)
HUMANOS

Que a Terra está aqui para servi-los
Pobres criaturas tolas criados por deus
Sua imagem e semelhança
Nosso planeta estava aqui muito antes dos vírus
Que agora a deixam doente
Os humanos são uma doença forte que a Terra não demorará para expelir
Uma das piores espécies de doença, um vírus que devora seus semelhantes
Porém, depois que os grandiosos humanos perecerem diante da fome, da sede
Que eles mesmos criaram
A Terra, grande mãe natureza, se renovará
Novas formas de vida surgirão
Novas paisagens encantadoras aparecerão
E para a grandiosa história dos humanos restará a burrice de seu atos
A desumanidade que tratou a vida
E importância imbecil que deu a um pedaço de papel.
(JULHIS)






