terça-feira, 17 de março de 2009

Poesia Não Se Comercializa


Poesia não vende , não se comercializa !
Grita o poeta ao sabor da brisa ...
Este doce poeta mendigo ,
Em plena manhã de domingo ,

Sai pelas ruas para embalar seus versos ...
Inventando outros novos universos !
Por fora ele é um mendigo , por dentro ele é um rei ...
No seu país o amor é uma verdadeira lei !

Poesia não vende , não se comercializa !
Grita o poeta ao sabor da brisa ...
Porém poesia se troca ...
Quando a alma toca ...

O espírito de um outro ser ...
Numa aura de prazer ...
Poesia não vende , não se comercializa !
Grita o poeta ao sabor da brisa ...

Porém poesia é o remédio e a cura ...
Para a depressão e toda a amargura !
Troco seu sorriso por uma poesia ...
Neste instante cheio de harmonia !

Poesia não vende , não se comercializa !
Grita o poeta ao sabor da brisa ...
Este doce poeta mendigo ,
Em plena manhã de domingo .,

Sai pelas ruas para embalar seus versos ...
Inventando outros novos universos !

Estes versos embalados em papel como presentes ...
Serão trocados , mas nunca serão vendidos ...
Estes versos embalados como nenéns ausentes ...
Para o mundo perverso sempre estarão adormecidos .
por:
Luciana do Rocio Mallon

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