São frutos não acessíveis,
São bastardos de estereótipos,
Sobejos da sociedade,
são flores murchas que
não podem exalar perfume.
Homens que nascem sem nome
...MORREM...
talentosos mendigos,
com sua mãos algemadas em
monstruosa miséria,
com seus sonhos adormecidos
e seus dons enferrujados.
Homens que nascem sem nome
E a sorte não acolhe
Morrem com fome,
Fome que a fartura não mata
Mas o epitáfio relata:
AQUI JAZ UM INDIGENTE
SEM NOME, SEM HISTÓRIA SEM SEMENTE.
São bastardos de estereótipos,
Sobejos da sociedade,
são flores murchas que
não podem exalar perfume.
Homens que nascem sem nome
...MORREM...
talentosos mendigos,
com sua mãos algemadas em
monstruosa miséria,
com seus sonhos adormecidos
e seus dons enferrujados.
Homens que nascem sem nome
E a sorte não acolhe
Morrem com fome,
Fome que a fartura não mata
Mas o epitáfio relata:
AQUI JAZ UM INDIGENTE
SEM NOME, SEM HISTÓRIA SEM SEMENTE.
por:
Jester Furtado
Jester Furtado

Nenhum comentário:
Postar um comentário