quinta-feira, 2 de outubro de 2008

- EM TERRA DE GENTE SÉRIA, CANDIDATOS A PALHAÇO -

- EM TERRA DE GENTE SÉRIA, CANDIDATOS A PALHAÇO -





Ao dar uma volta pelas ruas de Araucária/PR é possível ver de tudo. Tudo aquilo que nos faz rir e chorar. Como questionado por Marx, a infra-estrutura e a superestrutura, condutora de nossos passos, estão à mercê da boa vontade populacional em esforçar um dedo antes da escolha de um candidato.

Por aí, e com bastante demérito, tem muita gente vendendo peixe que não pescou e muitos outros prometendo o que diria ser a conduta base do cidadão como a honestidade. Não é de se duvidar que pelo caminho algum santo prometeu dádivas, ato este, criminoso, segundo o artigo 8º da resolução nº 22718, que dispõe sobre a propaganda eleitoral e condutas.

Entrincheirados, a “tri-lateralidade” da guerra majoritária ataca com o que pode. Uns com caça fantasmas outros com falsos juízos e outros com sorrisos. O fato é que ninguém deixa de mostrar a crueza das propostas que levarão o município a uma Guerra de 100 Anos e pior, descalçados.

Sejamos justos para não melindrar aos que não merecem. Uma boa laranja entre as podres salvou a classe do paredão de fuzilamento. Não calçou a cidade, mas calçou a juventude alçando-as além do risco-social eminente. Abramos os olhos para esta possibilidade.

Dos tradicionais possuintes de uma cadeira legislativa, existe gente boa, é só prestar atenção. Já dos novos pretendentes, é duvidosa em pelo menos 70% deles, a capacidade de legislar por bem, as necessidades reais deste município.

Continuando a andar pelas ruas cinzentas, inevitavelmente observamos as propagandas de personagens criados com intuito de arrancar o regozijo dos munícipes, na tentativa de vender a tal imagem caçadora de votos.

Lembro ao votante que política é coisa séria e aqueles que aceitam a qualquer quantia de “combustível financeiro” é tão ladrão quanto os político falsídicos que vadiam por três anos e meio. Forca aos perambuladores e crédito aos reais realizadores.

E aos candidatos, palhaço é a mãe. Não se iludam, placas de “quatrocentão” não votam.





por:

Armando Clown



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