
REALIDADE RELATIVA
Quando o passado me irrita
Me transporto para o presente,
levo uma vida quase normal
quando me mantenho conciente.
O presente ás vezes é chato,
sem sentido e sem emoção,
penso em quebrar a rotina
Ignorando a estranheza da razão.
A projeção da realidade é distorcida,
incerta e superficial,
o que torna completamente relativa
toda a questão da moral.
Essa distorção inibe minha coragem e minha essência
E isso acaba sempre invalidando
os aprendizados das minhas experiências
Tento me convencer de que tudo isso é loucura
E que eu vou melhorar
Mas percebi agora que eu só vou poder me expor
Quando eu parar de me avaliar
E com os olhos da alma abertos
Gritar bem alto e dizer:
Eu vou me aceitar, agora eu vou viver...
Quando o passado me irrita
Me transporto para o presente,
levo uma vida quase normal
quando me mantenho conciente.
O presente ás vezes é chato,
sem sentido e sem emoção,
penso em quebrar a rotina
Ignorando a estranheza da razão.
A projeção da realidade é distorcida,
incerta e superficial,
o que torna completamente relativa
toda a questão da moral.
Essa distorção inibe minha coragem e minha essência
E isso acaba sempre invalidando
os aprendizados das minhas experiências
Tento me convencer de que tudo isso é loucura
E que eu vou melhorar
Mas percebi agora que eu só vou poder me expor
Quando eu parar de me avaliar
E com os olhos da alma abertos
Gritar bem alto e dizer:
Eu vou me aceitar, agora eu vou viver...
por:
Joelma Andrioli Salgado
Joelma Andrioli Salgado
guria
ResponderExcluiramei teu poema!