
Esgueirar, relinchar e circundar.
Becos escuros, moldados com belos cortes terceirizados.
Sem luz, com luz.
Corredores curvos e calvos de impetulância,
Senhores velhos de assentir com a impiedade juvenil.
As mãos estão acorrentadas aos meus braços,
elas me lambem sistematicamente, por alguns longos segundos,
eu nem preciso me dar conta do óbvio para me sentir intacto.
Só, ao por do sol.
O comportamento manufaturado se reflete na escultura da sociedade,
as casas tomam formas diferentes, os materiais pouco importam,
é o que dizem, é o que dizem...
Tudo é deplorável e sem sentido, eu sei que não sou aquilo que pedi,
mas se você me disser o contrário,fico muito grato.
Leia, “escaneie”, absorva, interprete, recorra e filtre.
Carrancudos pensamentos calcador por
uma expressão delicada como o pólen; ao qual a abelha extrai da flor
As curvas que lhe contornavam as mãos eram rudemente cientes de inexperiência,
mal podia fatigar-se de corriqueira
excentricidade, que o púlpito e as acusações lhe colocavam em uma posição
de acentuar a rudimentar defesa.
Os passos e a gesticulação geral pareciam
refletir sua falta não necessária de humildade intelectual.
A incomplementariedade das suas queixas pareciam ser justas,
mas não era ele que questionava: eram os anos de esforço banal
que a ingênua modéstia lhe limitava.
Que pode um homem sem restituição moral?... Talvez a defloração do aprendizado.
Que pode a bondade contra si mesma?
Eu não sei,mas se depender da banalização dessa sombra existencial,
nem a própria questão lembrara de si.
por:
Dom Quixote
Dom Quixote
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