Eu vi o senhor a sentado em alto e sublime trono
E as ornas de seu manto enchia todo o templo
Os serafins estavam acima dele, e cada um tinha seis asas.
Com duas cobriam seus rostos, com duas cobriam seu pés e com duas voavam.
E clamavam uns aos outros, dizendo: “Santo... Santo... Santo é o senhor dos exércitos. Toda terra está cheia de sua glória.”
Os umbrais das portas se moveram com a vozes dos que clamavam
E a casa se encheu de fumaça, e então disse eu: “Ai de mim, que vou perecendo, pois sou um homem de lábios impuros, e hábito em meio de um povo de impuros lábios.”
E meus olhos viram o rei, o senhor dos exércitos.
Mais um dos serafins voou para mim, trazendo na mão uma brasa viva
Que tirara do altar com uma tenaz, e com ela tocou minha boca, dizendo: “Vê, isso tocou seu lábios e tua iniqüidade foi tirada, e purificado teu pecado
Depois disso ouvia a voz do senhor, dizendo: “Aquém enviarei? E quem há de ira por nós?
E então disse eu: “ Eis me aqui, envia-me a mim!”
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